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Encontro Nacional de Comunicação dos Urbanitários e Ato na Bolsa de Valores marcam o Fevereiro Azul



Com o tema “Água e energia não são mercadorias”, o Encontro Nacional de Comunicação dos Urbanitários aconteceu nesta segunda-feira (13), em São Paulo, e contou com a presença da Diretora do Sindaema Wanusa Santos e Mirela Adams, da Agência de Comunicação Pulso Conteúdo.


O encontro reuniu Dirigentes das Federações e sindicatos de vários estados do país, ao lado dos profissionais da área, para debater um plano de comunicação contra as privatizações dos setores elétrico e de saneamento e em defesa das empresas públicas.


O presidente da FNU, Pedro Damásio, ressaltou a grande capilaridade de comunicação dos sindicatos do ramo e que isso precisa ser potencializado e utilizado em rede. "A prioridade é revisar o Marco do Saneamento e reestatizar a Eletrobras e essa luta nos unifica", afirmou Damásio.



Também presente ao encontro, Paulo de Tarso, presidente da CNU, enfatizou que o Brasil não irá conseguir tirar 33 milhões de brasileiros da miséria, se não tiverem acesso à água, saneamento e a energia, por isso temos que estar integrados ao discurso do presidente Lula e lutarmos pelos direitos à água e a energia.


Próximos passos para a comunicação


A Diretora Executiva da PULSO, Mirela Adams, apresentou o projeto de marketing digital “Arrastão Digital”, que utiliza a influência de produtores de conteúdos de esquerda nas diferentes redes sociais para pautar o debate a respeito da da luta contra a privatização de empresas públicas, dentro e fora das redes.


Este projeto já foi executado com o cliente Sindipetro-ES , que se tornou uma referência em termos de comunicação de redes e conseguiu pautar debates contra a privatização da Petrobrás e a respeito do Preço de Paridade de Importação (PPI).



Ato na Bolsa de Valores


Trabalhadores dos setores de saneamento e energia elétrica realizaram o ato de protesto em frente a Bolsa de Valores (B3), em São Paulo (SP), nesta terça-feira (14), às 9 horas, para denunciar a crescente mercantilização de dois serviços essenciais: água e energia elétrica.




Com o lema “Água e Energia não são Mercadorias!”, o ato foi organizado pela Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), Federação Nacional dos Trabalhadores em Água, Energia e Meio Ambiente (Fenatema) e Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS).



A intenção dos urbanitários é a de esclarecer à população os riscos que as privatizações das empresas públicas dos dois setores representam, como o aumento das contas, a exclusão dos serviços às famílias mais vulneráveis e a precarização das atividades, ocasionada principalmente pela demissão de trabalhadores e trabalhadoras qualificados e experientes.


O objetivo do ato também é sensibilizar empresários e governos de todas as esferas (federal, estaduais e municipais) sobre os efeitos em cadeia gerados pelas privatizações, como por exemplo: sem acesso ao saneamento, mais doenças; energia elétrica mais cara, cortes na produção das empresas e desemprego.


Fevereiro Azul


O ato em defesa do direito à água também está inserido no movimento “Fevereiro Azul”, que defende, em âmbito mundial, a importância da implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS-6 ONU): garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos! O movimento defende: água e saneamento são direitos humanos; serviços acessíveis a todos, sem discriminação, com gestão pública e controle social; e a não à privatização do saneamento.



Com informações da FNU


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