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Última reunião com Capital Prev realizada na terça (25), e consulta pública vai até segunda (31)

A diretoria do Sindaema esteve presente, nesta terça-feira (25/07), na última reunião realizada pela Capital Prev, dentro das que estavam previstas. O encontro foi presencial, no Edifício Rui Barbosa, e tratou mais uma vez das alterações que estão sendo realizadas no Plano de Contribuição Variável (CV), Plano 2.

A expectativa, agora, é de que haja mais reuniões, um pedido feito pelos trabalhadores, inclusive para atender as demandas de quem reside no interior, com possibilidade de fazê-las virtual. Além de ser importante que o prazo da consulta pública seja ampliado.


A direção do sindicato levou essas questões à Fundação, durante a reunião. E o pedido foi atendido parcialmente pelo presidente da instituição, Luiz Carlos Cotta. Ele comunicou que podem realizar mais reuniões, mas informou que a prorrogação para a consulta pública vai até dia 31/07, próxima segunda-feira.


O diretor-presidente do Sindaema, Fábio Giori, ressaltou a insatisfação da direção do sindicato com uma prorrogação tão curta, de menos de uma semana em relação a reunião de ontem, e que não garante a todos os trabalhadores o mesmo prazo para manifestação. Além disso, preocupa ao sindicato as alterações propostas que trazem prejuízo aos empregados, pois acabam com a vitaliciedade e o mutualismo, transferindo exclusivamente para os trabalhadores todos os riscos do plano.


“Não estamos de acordo com a forma como as alterações estão sendo conduzidas. Primeiro, só tivemos conhecimento das alterações após elas terem sido aprovadas pelo conselho deliberativo da Capital Prev. Apesar de estar sendo chamado de consulta pública, da forma como está posto, não temos o direito de dizer não! De dizer que queremos continuar no plano CV. Na nossa visão, precisamos fazer ajustes na proposta apresentada para que os trabalhadores possam ser compensados pelos prejuízos e riscos que podem vir a sofrer. A empresa e a fundação precisam oferecer compensações aos empregados”, afirma o diretor-presidente do Sindaema, Fábio Giori.

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